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Dificuldade de mineração sofre nova queda e Bitcoin (BTC) volta aos US$ 39 mil

de envatoelements de envatoelements

Recentes quedas no preço podem ser atribuídas à indústria de mineração, que oscilou e colocou mais pressão sobre os preços
Nesta segunda-feira (18), bitcoin (BTC) e ether (ETH) despencaram abaixo de US$ 40 mil e US$ 3 mil após caírem 4% e 5%, respectivamente, nas últimas 24 horas.

Atualmente precificadas em US$ 39 mil e US$ 2,9 mil, as duas maiores criptomoedas por capitalização de mercado estão sofrendo uma queda recente.

Na última semana, ambos os criptoativos haviam caído quase 8%.

As mais recentes quedas no preço podem ser atribuídas à indústria de mineração, que passou por diversas oscilações que podem ter colocado mais pressão sobre os preços.

A dificuldade de mineração do Bitcoin, que rastreia quão difícil é que um minerador minere um bitcoin, já havia impactado o preço da principal criptomoeda anteriormente.

Em julho de 2021, após a repressão da China sobre a indústria cripto, a dificuldade de mineração do Bitcoin despencou 28%. Na época, o bitcoin estava precificado em aproximadamente US$ 34 mil e chegou a cair para US$ 30 mil.

Segundo o jornal Tehran Times, o Irã também poderá aumentar as multas pela operação ilegal de mineração de criptomoedas usando eletricidade estatal subsidiada.

Outros infortúnios de mercado
As recentes manchetes sobre a mineração de bitcoin não são o único fator que está impactando negativamente o preço dos criptoativos.

O mercado cripto, como um todo, está seguindo na direção contrária. Na semana passada, caiu quase 10% e a capitalização total de mercado diminuiu para US$ 1,84 trilhão.

O mercado tradicional de ações também está em queda. No início da última semana, o índice S&P 500 caiu quase 2%. Já Nasdaq, o índice focado em empresas de tecnologia, também perdeu 2% de seu valor total.

Pesquisas anteriores mostraram que o mercado cripto — principalmente o bitcoin — segue a tendência das ações tradicionais.

De acordo com a Arcane Research, o preço do bitcoin estava mais correlacionado com o S&P 500 em março do que em qualquer outro momento desde outubro de 2020.

Fonte:portaldobitcoin.uol.com.br

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